quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Testemunho Parte V


Daí por diante cheguei a cair 2 vezes em tentação (fumando maconha) logo no início, mas me arrependi e continuei, fiquei firme dois anos e meio, fui batizada, lia a palavra, me esforçava para dar o melhor de mim a Deus, mas depois desses 2 anos e meio, no fim de 2007, comecei a ficar de conversa com um menino na internet, e a palavra é bem clara quando diz "Não vos enganeis, as más conversações corrompem os bons costumes" 1Co 15.33 Chegamos a ficar, e eu, como gostava dele, não consegui me arrepender, daí então voltou tudo a ser como era e pior ainda e muito, mas muito mais rápido, voltei a ficar com meninas, fumar maconha; em menos de 4 meses estava fazendo tudo que eu fazia com maior intensidade e usando mais drogas do que antes, então resolvi fazer uma tatuagem e a oportunidade apareceu e de graça, isso em maio de 2007, e eu a fiz de graça, mas para fazer usei muita cocaína, porque foram 6 ou 7 horas tatuando.

Lembrei que nessa época que me afastei, as pessoas vinham falar que Deus estava me chamando de volta, e eu dizia que ia voltar, mas não naquela hora, chegando a uma vez, uma irmã até me chamar de cara de pau por fazer isso, mas na minha mente se eu declarasse que não ia voltar, eu iria perder a proteção dele, e como eu ia a muitas favelas, precisava dessa proteção, ou seja tentando enganar Deus, mas na verdade eu estava enganando a mim mesma.

No dia que fiz a tatuagem, mais cedo, eu conversei com um colega que se não era para fazer o bem não havia motivo para viver, até meio que evangelizei ele, e depois fui fazer a tatuagem.

Fiz o primeiro desenho da tatuagem na sexta e fiquei de voltar na segunda para fazer o segundo, pois eram quatro desenhos, que cobririam minhas costas todas, e teriam que ser feitos em 4 seções de 6h cada uma.

Saindo de lá fui pro ponto de ônibus e lá estava um aleijado de bengala que chingava uma senhora, e a senhora agüentava quieta, até que não agüentando ver isso, um homem veio no intuito de bater no aleijado e o empurrou, daí eu comecei a gritar em defesa dele, porque era injusto bater nele, porque ele era aleijado, e que eu ia chamar a polícia... Penso eu, que Deus olhou meu coração e viu que eu estava querendo sair daquela vida (morte).

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