quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Testemunho Parte vII - FINAL


Tinha um menino em minha vida que eu namorava, mas eu sabia que eu ia ter que abrir mão dele, chegou ao ponto de em uma mesma noite eu e ele tenmos pesadelos, o primeiro foi o dele, que ele estava comigo numa rave e a gente tomava LSD e quando ele olhava pra mim não era mais eu, tinha me transformado; e eu tive um em que o diabo, representado por um travesti, ria da minha cara e eu tentava falar de Jesus e não conseguia, por causa da legalidade que estava em minha vida. Resumindo, quase enlouqueci por essa vida dupla que eu levava, até que um dia Deus usou um artificio para nos afastar, ao qual não vem ao caso citar aqui.
  Errei muitas vezes depois disso mas sempre me arrependendo e tentando mudar, até que um dia fui na Plena Unção levado pelo meu amigo José, e na volta do culto o Cleiton conversou muito comigo, muito mesmo, de uma forma que ninguém nunca tinha conversado, me falando de aspectos de Deus que eu antes nunca havia notado, me falando quem Deus se importa conosco até nos minímos detalhes de nossas vidas, e que Ele nos ajuda em todos os apectos de nossas vidas, então pude ver o cuidado de Deus por mim através da vida dele. Aleluia!!!!
Desde então, caí algumas vezes, mas graças a Deus, hoje estou firme na presença de Deus, preciso mudar muito ainda e aprender muito mesmo de Deus, mas estou disposta a me esforçar por Ele, e a viver minha vida com o motivo principal de agradar a Ele, pois sem Ele eu já não estaria aqui.
Espero, nas suas promessas.

No mundo eu ia buscar a vida e só encontrava a morte, em Deus eu busco a morte, mas só encontro a vida, e essa é eterna!

ALEGRIA E PAZ VERDADEIRA SÓ EM CRISTO. SÓ NELE HÁ VIDA ETERNA

Ps: Os nomes aqui citados são ficticios, porque não poderia expor a vida de outros sem a devida autorização.

Testemunho Parte VI


...No ônibus, encontrei um celular e liguei para a dona do celular falando pra ela que queria devolver ele e tal, que eu tinha achado, coisa que eu jamais faria em outras ocasiões, aquele dia era mesmo o dia da mudança.
Chegando na Lapa fumei maconha e tomei metade de um quadrado de LSD, então fiquei muito chapada e ficava tendo várias opiniões ao mesmo tempo, estava extremamente confusa. chegou uma hora em que eu estava conversando com um conhecido e de repente olhei pra ele, mas não o reconheci, e comecei a achar que ele queria me roubar, depois que eu percebi a minha confusão, começei a achar que eu estava ficando louca de vez, pois quando a pessoa toma LSD ela corre o risco, de entrar em uma onda e nunca mais sair, e então clamei a Deus, pois na palavra Ele diz "...e o que vier a mim, de maneira nenhuma o lançarei fora" Jo 6.37, clamei para que aquilo não acontecesse, e no mesmo instante começei a chorar, e Deus abriu meus olhos e me fez enxergar o caos que estava a minha vida, tava desempregada, sem estudar, pichando muros, tomando várias drogas até em dia de semana, entre outras coisas. E então me arrependi e entrei em desespero, um desespero tão grande que era como se a menor parte de mim fosse eu mesma, e o resto fossem demônios se revezando dentro de mim, como se fossem várias personalidades.. experimentei a loucura.
Eu tinha acabado de comprar um maço de cigarros, e quando olhei para ele, não acreditei que havia voltado a fumar, e então joguei fora cheinho, fui até o ponto de ônibus mas o ônibus não passava e eu tive a nítida impressão de que iam tentar me impedir de voltar para casa, então tomei um táxi e vim chorando todo o caminho mas não falei nada sobre isso para o taxista por medo de que ele se aproveitasse da situação.
Chegando em casa toquei e toquei a campainha, mas ninguém veio abrir a porta; e eu em desespero, parecia que tudo estava conspirando para que eu não voltasse para Deus; daí eu pulei o muro de casa e cai em prantos, peguei dinheiro, paguei o taxista (nesse momento era como se eu fosse uma das personalidades, um demônio).
Entrei no quarto e pedi para o meu irmão e para a sua namorada que lá estavam, para orarem por mim, mas eles, por não serem evangélicos, não puderam, então chamei minha avó, mas ela não estava orando com autoridade, então pedi para ligarem para o pastor da igreja a qual eu pertencia Reconciliação e vida, e ele veio com sua esposa; (eu via, como se fosse uma multidão de demônios me cercando, e eu clamando e clamando) e orou por mim com autoridade, e cai estirada no chão e me debatia e gritava e chorava, e a cocaína que eu tinha cheirado eu botei pra fora pelo nariz e, em alguns momentos, vieram vozes estranhas que sairam pela minha boca gritando coisas como:
-Eu não vou sair.
Mas o demonio teve q bater em retirada porque diante do nome poderoso de Jesus, Ele não poderia permanecer pois Jesus já o derrotou na cruz, pagou um alto preço pelas nossas vidas.
E eu tirei meus piercings nessa hora também, e enquanto me debatia com violência, ouvia algumas vozes, no meus ouvido.
Obs: Antes deles chegarem, eu tinha jogado toda a droga privada abaixo, e era muita maconha e um comprimido de extase.
Quando a pastora foi orar pela tatuagem, ela quase teve um ataque cardíaco.... depois de eu ser liberta, tomei banho e dormi.
Então voltei pra casa de Deus mas continuava com uma vida mundana, tendo vezes que eu ia pra igreja e ouvia uma voz dizendo pra sair dali, porque meu lugar não era ali, mas resistia a voz e permanecia, tinha vezes também que eu tentava louvar, mas tinha como que um nó na minha garganta, mas eu continuava.

Testemunho Parte V


Daí por diante cheguei a cair 2 vezes em tentação (fumando maconha) logo no início, mas me arrependi e continuei, fiquei firme dois anos e meio, fui batizada, lia a palavra, me esforçava para dar o melhor de mim a Deus, mas depois desses 2 anos e meio, no fim de 2007, comecei a ficar de conversa com um menino na internet, e a palavra é bem clara quando diz "Não vos enganeis, as más conversações corrompem os bons costumes" 1Co 15.33 Chegamos a ficar, e eu, como gostava dele, não consegui me arrepender, daí então voltou tudo a ser como era e pior ainda e muito, mas muito mais rápido, voltei a ficar com meninas, fumar maconha; em menos de 4 meses estava fazendo tudo que eu fazia com maior intensidade e usando mais drogas do que antes, então resolvi fazer uma tatuagem e a oportunidade apareceu e de graça, isso em maio de 2007, e eu a fiz de graça, mas para fazer usei muita cocaína, porque foram 6 ou 7 horas tatuando.

Lembrei que nessa época que me afastei, as pessoas vinham falar que Deus estava me chamando de volta, e eu dizia que ia voltar, mas não naquela hora, chegando a uma vez, uma irmã até me chamar de cara de pau por fazer isso, mas na minha mente se eu declarasse que não ia voltar, eu iria perder a proteção dele, e como eu ia a muitas favelas, precisava dessa proteção, ou seja tentando enganar Deus, mas na verdade eu estava enganando a mim mesma.

No dia que fiz a tatuagem, mais cedo, eu conversei com um colega que se não era para fazer o bem não havia motivo para viver, até meio que evangelizei ele, e depois fui fazer a tatuagem.

Fiz o primeiro desenho da tatuagem na sexta e fiquei de voltar na segunda para fazer o segundo, pois eram quatro desenhos, que cobririam minhas costas todas, e teriam que ser feitos em 4 seções de 6h cada uma.

Saindo de lá fui pro ponto de ônibus e lá estava um aleijado de bengala que chingava uma senhora, e a senhora agüentava quieta, até que não agüentando ver isso, um homem veio no intuito de bater no aleijado e o empurrou, daí eu comecei a gritar em defesa dele, porque era injusto bater nele, porque ele era aleijado, e que eu ia chamar a polícia... Penso eu, que Deus olhou meu coração e viu que eu estava querendo sair daquela vida (morte).

Testemunho Parte IV


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Depois dessa viagem, no aniversário de 14 (acho) anos da Julia, ela conseguiu arrumar R$100,00 e então fomos no morro (eu, ela, Camila e João) e compramos tudo de cocaína e cheiramos tudo naquela noite, foi a primeira vez que cheirei. Prometi que não voltaria a fazer isso nunca mais, menti, pois cerca de 1 ano ou mais depois, nas minhas idas ao garage e à Lapa, comecei a andar com pessoas que usavam muito e passei a fazer também, apesar de não comprar, sempre aparecia alguém que me dava, e maconha também eu sempre tinha muita droga, apesar de não ter dinheiro.
Nas minhas muitas idas à favela ora do Manguinhos, ora do Jacaré (as que eu ia mais, chegando a ir quase todos os dias), teve vezes que quase morri, mas Deus me deu livramento, uma vez no Boréu, outra em Parada de Lucas, Vou contar com detalhe a experiencia do Boreu...
Um dia, eu estava na Lapa com a Julia, um amigo nosso e um morador local, então conhecemos um homem que botou muita cocaína para nós cheirarmos, só que quando acabou, entramos todos no carro dele e fomos comprar mais, só que eu queria ir no morro Querosene mas acabamos indo no morro do Boréu.
Chegando lá, ele comprou muito pó e eu fiquei falando muito, e pela muita experiência com as drogas, eu sabia fazer chá de cogumelo, chá de trombeta, crack e tinha idéia de como se fazia haxixe. Eles (os traficantes) estranharam, e acharam que eu tinha alguma ligação com tráfico também, e o cara que nos levou lá falou para eles, sem nós sabermos, que estávamos querendo ir no Querosene, facção rival da favela em que estavamos. Entramos no carro pensando que íamos embora eu, Julia e o nosso amigo antigo, só que ao invés de entrar o motorista, o homem que nós tinhamos levado pra lá, quem entrou foi um traficante, e nos levou para cima do morro, e falou que íamos morrer, e que não tinha jeito; mas tinha uma imagem de Jesus Cristo na boca de fumo, e eu me lembrei dEle, e falei pro traficante:
- Tem amor a Jesus Cristo?
E então Deus nos deu livramento naquele dia.
Na favela Parada de Lucas, Deus me deu sabedoria para responder bem, apesar de ter estado a noite inteira cheirando, e já estar na loucura da cocaína. Se eu houvesse respondido a verdade, teria morrido, pois eu estava em uma favela de facção rival a facção da minha área.
No Garage eu conheci um garoto chamado Pedro e ficamos amigos, e eu ia pra a casa dele sempre e ficava lá, tinha até 2 camas na casa dele, uma minha e outra dele, éramos só amigos, nada além disso, mas ele sempre me dava drogas (maconha e crack, eu sempre tinha, isso nunca me faltava).
Mas um dia, após haver tomado uma caixa de Benflogin com vodka e fumado muito crack, havia tomado no dia anterior, eu estava na casa dele e então aconteceu que Deus fez como que se me abrisse os olhos e eu pude ver a minha vida, o caos que ela estava, e então decidi que queria ser crente e quebrei minhas enormes unhas pretas, tirei meu pentágrama, meu ankh, que já estavam comigo há anos, tirei meu cinto prateado e fui para casa, mas como cheguei não sei.
Na volta para casa, dentro do ônibus, fiquei como que maluca, tive a impressão de que o ônibus estava andando em círculos, mas só lembro de flashes dessa volta para casa, e lá chegando estava possuída, ficava falando o tempo todo para minha mãe:
- Aceita Jesus no seu coração? Muitas e muitas vezes depois comecei a, ajoelhada e sem roupa, cantar com uma voz horrorosa:
- Maior é o que está em nós do que o que está no mundo...
Depois comecei a falar que nem japonês e depois com sotaque espanhol e isso durou quase 2 dias, sendo que em algumas ocasiões nesse tempo, eu ouvia uma voz me dizendo que eu só iria conseguir me libertar se eu me matasse, e eu tentei de algumas formas totalmente ineficaveis faze-lo (me matar), mas pela graça de Deus eu estava num estado de consciência tão precário que eu não cheguei nem perto de conseguir, e então minha cunhada foi correndo chamar a pastora na igreja e veio ela e duas irmãs, e começaram a expulsar os demononios que estavam em mim (só lembro de flashes) e então elas começaram a falar na língua dos anjos e o dêmonio que estava em mim falou pra elas falarem em latim porque aquela língua ele não entendia, tentou bater nelas mas ao levantar a mão para faze-lo, teve (tive) a mão paralisada no ar mediante o nome de Jesus que a irmã falou. E então elas conseguiram por a roupa em mim e me levaram para a igreja, como que à força, chegando na porta o dêmonio que estava em mim gritou: -Não entre! e nada fazia eu entrar até que minha ex cunhada falou que eu ia entrar sim em nome de Jesus e me empurrou com toda força, daí eu entrei mas dava alguns passos e tentava fugir, quando me botaram lá na frente eu cuspi no pastor, nas irmãs e quando o pastor botava a mão na minha cabeça eu tirava até que, graças ao poder de Deus, eu fui liberta, e voltei a minha plena consciência.
Dentro do gabinete eu fui recebida de volta “à vida” (verdadeira) e então o pastor perguntou do que eu estava mais aliviada, e eu falei que era do cheiro de cio que a pomba gira que estava em mim exalava através de mim (nojo).

Testemunho Parte III


Eu era atormentada de dia e de noite, porque quando eu estava dormindo, minha avó me disse que era como se eu ficasse me mexendo na cama, e não sossegava, ou ficava falando dormindo, e quando estava acordada destruia tudo dentro de casa, chegando até a quebrar o vidro da janela do meu quarto dando soco nele, e batia todas as portas em que eu passava com força, promovia o caos em todo o lugar em que eu ia; ás vezes, tinham que me amarrar com lençol dentro de casa pra eu sossegar, e minha avó até tentava me exorcizar, pondo óleo ungido na minha cabeça, mas não adiantava porque não era esse o meu desejo.

Ia quase todos os dias em morros diferentes comprar maconha, e já até pensei em virar traficante, mas minha mãe me aconselhou que não virasse, porque iam querer abusar de mim lá em cima e tal. Minha mãe era a única pessoa pra quem eu contava todas as coisas que acontecia comigo, porque ela não me criticava, somente me aconselhava, e às vezes ia até em alguns lugares comigo, como o garage e a lapa; mais tarde eu fui saber que ela fazia isso, pra poder ficar por dentro da minha vida, porque ela sabia que se ela me criticasse, eu não ia contar mais nada pra ela.

Comprava quase todos os dias muita maconha e cheguei a ser detida por 3 vezes, sendo que por ser menor, apenas chamavam meus pais na delegacia, e eu não cheguei a entrar em uma cela.

Um dia conheci uma menina chamada Julia, na época ela tinha 13 anos e eu 16; e ela tinha uns tios ricos, e então começamos a andar juntas, e conforme o vicio foi tomando conta dela, ela passou a roubar whisques 21 anos e 18 anos, dinheiro, jóias e comida desse tios, e então vendíamos e comprávamos roupas e drogas, e vivíamos num certo luxo, no lixo de vida que vivíamos; houve dias em que ficávamos cheirando cola pelas ruas durante semanas, e tinham meninas de família, bonitas mesmo, que ficavam cheirando cola com a gente, mas sempre voltávamos pra casa, não éramos como mendigas não.
Depois veio a Roberta, a menina mais doida que eu conheci, com ela ficava dias fora de casa, na casa dela ou na casa de amigos dela, hora fumando crack, ora fumando muita maconha, apesar de acharmos estranho ela ter dinheiro, não perguntávamos da onde ela tirava, mas desconfiávamos que ela era prostituta, mas nunca descobrimos se isso era de fato verdade.

Teve uma vez que viajamos para Penedo e depois para São Paulo. Em Penedo ficamos na casa de uma amiga dela, e em Rezende, que fica perto de Penedo, ficamos em uma casa, meio que abandonada, e por perto tinha um pasto, nos embrenhamos no pasto à cata de cogumelos, foi a primeira vez que tomei chá de cogumelo, chegamos a invadir a noite um cemitério local para lá usarmos droga.

Na nossa ida para São Paulo, fomos de carona de caminhão, com bastante dinheiro, mas ficávamos pela rua pedindo dinheiro e comida e o dinheiro que tínhamos, gastávamos com drogas, Houve um dia em que invadimos um cemitério com um grupo de roqueiros mais novos e menos safos que a gente, e adentramos uma sepultura na parte em que se colocam os ossos embaixo do túmulo e fumamos crack ali, eu e ela, eles fumaram apenas maconha.

Andávamos pelas ruas de São Paulo com as nossas roupas no corpo as vezes até 3 ou 4 peças, uma por cima da outra, e as vezes que dormimos, como éramos menores, pedimos para um rapaz que conhecemos, para nos hospedar em um hotel, e ele ficaria como que sendo nosso responsável, tivemos que dormir ao lado dele na cama, mas não aconteceu nada, porque uma coisa de que eu tinha muito orgulho de ser, era ser lésbica, apesar de ficar com uns meninos de vez em quando, só que sem ninguém podia saber, pra eu não perder o respeito que eu tinha adquirido, no meio dos garotos, porque só andava no meio deles, como se fosse um deles, não por roupas, mas pelo linguajar. Voltamos para casa de carona de caminhão, não sei bem certo quanto durou a viagem, mas acho que foi uma semana ou mais, isso sem avisar nada pra ninguém da minha família.

Testemunho Parte II


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Muito antes disso, já tínhamos começado a entrar no mundo do homossexualismo, ficando entre nós, nisso eu tinha 14 anos.
A Ana nos falava o tempo todo de bruxaria e um mundo mágico, onde eu era uma ninfa da floresta e havia um garoto que dizia que era um elfo, que havíamos conhecido no garage, duendes e coisas do tipo, e eu cheguei a entrar num devaneio, em casa, sozinha, à noite, e tive a visão de como eu era no mundo mágico, e vi eles também em suas formas mágicas, e então sempre que podíamos abríamos círculos onde cada uma representava um elemento.
Voltando pro contexto do RPG, o menino que “mestrava” RPG pra gente tinha 15 anos e tinha um filho, e em outra ocasião, eu fui pra casa dele e levei benzina. Ficamos sozinhos em casa, e depois de muito usarmos aquilo naquele dia, ficamos muito “chapados”. E então, lembro-me que da última vez que o vi, ele estava sentado na cama rindo e eu na cadeira rodando, e de repente acordei (havia desmaiado) e ele não estava mais lá, procurei a casa toda e nada, daí desci pra ver lá embaixo e a portaria estava trancada, subi, acendi todas as luzes chamando-o e nada. Quando desci de novo, havia um carro do corpo de bombeiros na porta do prédio, e então consegui sair do prédio e um amigo nosso estava na porta e disse que ele havia caído da janela, 4º andar. Perguntei se ele estava bem, mas o tombo havia sido fatal. Eu tinha 14 anos.
Na minha vida escolar estava entrando no 2º grau, no qual fiquei parada por 2 anos no 1º ano e comecei a conhecer roqueiros na minha escola ligados à bruxaria também.
No decorrer desses fatos, comecei a usar maconha e a andar num outro grupo de roqueiros ligados ao skate, às drogas, ao homossexualismo e ao ocultismo também. Comecei a namorar um garoto do grupo e a ir cada vez mais me afundando nesse mundo do rock.
A minha vida dentro de casa era terrível, gritava com todo mundo, tinha que ser tudo do meu jeito, chingava minha avó e fumava maconha dentro de casa, nos arredores, para provocar. Cheguei a tentar suicídio algumas vezes, com remédio e outra vez, me cortando. Não tinha paz nenhuma na minha vida; quando todos saíam eu chamava todos do rock e promovia festas com muita droga (álcool, cocaína e maconha),
Fazia sessões de bruxaria dentro de casa, quando não tinha ninguém, e cheguei a envolver até a minha ex-cunhada com isso, e acabamos até ficando, em uma ocasião, o que gerou mais ódio no meu irmão por mim, e mais nos afastou, havendo momentos de brigas terríveis entre nós, em que pegávamos coisas para batermos um no outro, e numa dessas quase peguei uma arma com um traficante da redondeza para matá-lo, mas minha mãe sabendo, me implorou que não fizesse isso.

Testemunho Parte I

Ola eu sou Gisele, tenho 22 anos, e quero através desse blog, contar o meu testemunho, e anunciar as maravilhas que Jesus fez na minha vida e atraves dela, essa foto que está ae em cima, foi tirada antes de eu ser transformada pelo Poder de Deus, para que possam comparar com a nova que será postada brevemente.

Quando eu era pequena, eu era levada em igrejas, dentre elas cabe destacar a Igreja da Graça, onde tive uma experiência com Deus; estando eu com infecção urinária, eu orei e pedi a Deus para me curar e assim foi, cheguei a dar testemunho na igreja dessa cura, mas foi a minha única experiência com Ele quando pequena.

O meu pai e minha mãe se separaram, e todas as noites eu pedia a Deus que eles voltassem, mas isso não aconteceu, aos poucos fui deixando de pedir isso.

Pelos 12 anos, eu comecei a me amigar com a Camila, que era da minha escola, cuja avó jogava tarôt mas também lia a bíblia, uma pessoa muito “cabeça aberta” e engraçada, acabava passando mais tempo na casa dela do que na minha, e por esse tempo fiz uma oração a Deus, a última de muitos anos. Eu disse:
- Eu só vou dar uma olhadinha (no mundo).

E então comecei a sair pro shopping, tinha o meu grupinho que era essa menina da escola e mais uma , a Pietra, cuja mãe era mãe de santo, e depois do shopping a gente sempre ia beber, e aos domingos íamos na Raio de Sol ”ficar” um pouco, e essa rotina durou um tempo e a gente sempre estava na casa da última menina. Um dia a gente levou benzina para “baforar” lá, ficamos numa onda muito louca, ouvindo coisas, e começamos a fazer isso sempre, e a “baforar” loló também e começamos a andar em outro grupo e a jogar RPG nesse grupo (Vampire dark age – Vampiro, a idade das trevas) e a ouvir muito rock e a ir pro garage.

Nessa época, já tínhamos conhecido o que seria uma integrante substituta da Pietra, a Ana, porque a Pietra não podia sair tanto quanto nós, e essa menina era bruxa e começou a nos seduzir para o mundo dela, para o RPG,que também nos seduzia, para o ocultismo e os poderes sobrenaturais das trevas, Pois como diz a palavra "Um abismo chama outro abismo" Sl 42.7


Um dia, andando pela rua, a Camila a me disse que queria ser bruxa quando ficasse adulta, eu na hora achei um absurdo, mas depois comecei a entrar na onda também. A gente começou a andar toda de preto e compramos alguns cordões bem góticos, o dela era um anjo numa cruz e o meu era um ankh, “símbolo da eternidade”, e saímos com essa roupa, na sexta-feira santa, para provocar as pessoas.
Obs.: Eu coloquei esse ankh dentro da bíblia para saber se ele era do mal ou não, depois de um tempo, quando fui abrir a bíblia, ele estava quebrado.

Começamos a roubar também, nós quatro, a gente chegava nas Lojas Americanas com a mochila vazia e saía com ela cheia com bebidas, doces, coisas de estética, material de escola e até roupas, já cheguei até a ir sozinha fazer isso. Roubamos também livrarias e casas esotéricas, cheguei a roubar 2 livros de RPG, trinta e poucos livros de bruxaria e um altar inteiro de bruxaria(caldeirão, punhal, vassoura, pedras, incensos, imagens, entre outras coisas) e nunca fui pega.