
Cega nas trevas eu andava,
Bem longe de Deus eu vivia,
Sem destino eu vagava,
Sem saber que rumo seguir.
Sem ter alegria no coração,
A dor me rodeava por todos os lados,
Sentindo pelo mundo aversão,
Vendo em todos inimigos consumados.
Não cria mais em ninguém,
Buscand refugio no espiritismo,
Pensando que Deus ali estava também,
Fazendo daquilo um verdadeiro misiticismo.
A vida e a alegria fugiam de mim,
No abismo cada vez mais me afundava;
Pensava que estava chegando ao fim,
Sem saber que havia alguém que me amava.
Esse alguém maravilhoso,
Que com seu terno olhar me via,
E Jesus que mui bondoso,
Uma serva sua enviou-me um dia.
Através dessa serva fiel,
fiquei conhecendo a verdade,
Mas o maligno cruel
De mim não tinha piedade.
Mas um dia Jesus eu aceitei,
E de todos os males me livrou,
Do maligno me libertei.
Pela graça de Jesus que me salvou.
Gloria seja dada à Jesus,
Por essa salvação maravilhosa,
Com Ele vou feliz carregando a minha cruz,
Até o dia da sua volta gloriosa.
(23/02/1977)
Laurinda Lopes Padrão
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